O espumante pela metade, fechado com a rolha plástica, também perdeu o gás. Raras
eram as borbulhas. Nem mais franziam nosso nariz.
Comemos e bebemos mesmo assim. Felizes, rotundos e satisfeitos. Afinal, em tempos de fome mundial e abismos sociais, o desperdício chega a ser desonesto.
Até o bulling com as uvas passas vai passar. O ano novo começa com todas as velhas questões que deixamos de resolver no ano que passou. Tudo continua onde parou.
Mas uma coisa eu levo comigo neste novo ciclo. A maturidade e os anos da pandemia me ensinaram.
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O BLOG INESPLICANDO AGRADECE A SUA PRESENÇA
POR TODO O ANO QUE PASSOU...
Comemos e bebemos mesmo assim. Felizes, rotundos e satisfeitos. Afinal, em tempos de fome mundial e abismos sociais, o desperdício chega a ser desonesto.
Nos próximos dias, voltaremos ao
normal. Cada um na sua rotina, esquecendo grande parte das promessas durante as
sete ondinhas. Da fortuna almejada nas lentilhas. Dos desejos secretos e
sacanas escondidos nas uvas baconianinhas. Das previsões mirabolantes das mães de santo.
Até o bulling com as uvas passas vai passar. O ano novo começa com todas as velhas questões que deixamos de resolver no ano que passou. Tudo continua onde parou.
Mas uma coisa eu levo comigo neste novo ciclo. A maturidade e os anos da pandemia me ensinaram.
Comerei Chester em junho, se tiver vontade. Abrirei espumantes numa
terça, ou quarta-feira à noite, depois do trabalho e sem motivo qualquer.
Colocarei uvas passas, coentro ou o que desejar na maionese, sem me
importar com a opinião alheia. Eu escolho o que vai na minha ceia.
E vou comprar mais cerejas, amanhã mesmo. Porque aquela última, foi de amargar...
E vou comprar mais cerejas, amanhã mesmo. Porque aquela última, foi de amargar...
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